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Registros de Augusto Chrispim Mengalli Gilberti de Alencar

Augusto Chrispim Mengalli Gilberti de Alencar

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December 30

Da Arte para a Guerra: Entre Nautilus e Torpedos

Robert Fulton emprestou o nome para a cidade em que nasceu, antiga Little Britain, em Lancaster, Pensilvânia. Nasceu em 14 de novembro de 1765 e faleceu em 24 de fevereiro de 1815, em Nova York. Filho de irlandês estabelecido nos Estados Unidos, desde pequeno constrói pequenas engenhocas, como uma caixa de pás que instalou em um barco de pesca.

 

Engenheiro e inventor, ele se destacou pela pesquisa a respeito de submarinos e de torpedos. É considerado artista pela habilidade com as mãos. Trabalhou em uma joalheria na Filadélfia e se especializou em pinturas de miniaturas, retratos e paisagens para medalhões e anéis.

 

Viajou para a Inglaterra como pintor de retratos, tanto para estudar com um pintor consagrado como para expor os trabalhos. A falta de sucesso nas miniaturas impulsiona o inventor a pesquisar.

 

É atribuído a ele o desenvolvimento da primeira embarcação a vapor. De origem humilde, instrui-se com o auxílio da família. Mas é por meio da rede de amigos que tem experimentos financiados pelos governos da Inglaterra e da França. Tem uma publicação na área da embarcação.

 

Continua com os inventos. Torpedos para afundar navios e explosivos são os próximos interesses para Fulton. Na França, inicia o projeto do submarino chamado Nautilus, que passa sob a calota polar no Pólo Norte. Por falta de financiamento francês, retorna aos Estados Unidos.

 

Encontra rios abertos para a implementação da navegação a vapor no Estado de Nova York que se estende para outros Estados norte-americanos até a construção de um navio de guerra movido a vapor.

Canongate tem a Riqueza das Nações em Matéria

O considerado pai da economia moderna nasceu em Kirkcaldy, na margem norte da enseada de Firth of Forth no mar do Norte, pertencente ao condado de Fife, em 5 de junho de 1723, segundo a Wikipedia, e morreu, em Edimburgo, em 17 de Julho de 1790. Mais de meio século de história que marca da economia. Respeitado como filósofo escocês, teve desventuras no século das luzes. Perde o pai, um controlador alfandegário, em Kirkcaldy, seis meses após o nascimento.

Inicia cedo os estudos, segue para a Universidade de Glasgow. Estuda Filosofia Moral. Passa pela Universidade de Oxford, cuja visão parecia retrógrada, e, em seguida, ganha para ser conferencista público e ministra aulas de retórica e de literatura e, mais tarde, dedica-se à cadeira de "progresso da opulência". Era o início dos estudos da natureza das riquezas nas nações. Retorna a Universidade de Glasgow como professor de Lógica e Filosofia Moral. Dá mais atenção à jurisprudência e à economia nas aulas, e menos às teorias de moral.

Leciona pela manhã, ocupa-se de assuntos acadêmicos e administrativos na parte da tarde e vida intelectual, à noite. É o estimulante convívio com a sociedade de Glasgow e a prova de que os homens estão voltados para seus próprios interesses e sem pretender isto, realizam o interesse da sociedade.

É o teórico do liberalismo econômico. Investiga e escreve acerca das riquezas das nações e acredita que a iniciativa privada deveria ser deixada agir livremente. O Estado não poderia intervir na economia. Seria a competição livre que provocaria a queda do preço das mercadorias e as constantes inovações tecnológicas.

Por treze anos, tem contato com comerciantes de tabaco e exerce a crítica a respeito da política restrictiva dos ingleses nas colónias, afinal a imposição dos impostos levavam a situações de monopólio. Adam Smith fomenta o livre comércio, acabar com os pesados impostos aduaneiros e restrições comerciais.

Em relação à divisão do trabalho, insere a questão da mão invisível, que o economista afirma atuar no preço das mercadorias e nos salários. Influencia a burguesia da época. Em seguir a lógica do mercado, Adam Smith é convidado para ser tutor do jovem duque de Buccleuch e deixa o cargo de professor. Viaja para a França com o rapaz em trabalho e aumenta os laços sociais naquele país.

A doze anos da morte, aceita o posto de comissário da alfândega da Escócia. Fica próximo da mãe e doa parte dos rendimentos para instituições e atos dedicados à caridade. Os últimos escritos são parcialmente destruídos. Os sentimento causados pelas privações da guerra reforça o manifesto contra o mercantilismo.

As obras que argumentam e criticam contra as formas do capitalismo são Riqueza das nações e Teoria dos sentimentos morais. Após a vivência de duas revoluções,  a americana e a francesa.

Exagerado? A Invenção dos Amores e as Conseqüências

Amou toda a vida dele. Hoje, está na eternidade, pela escolha do destino. Ele mesmo traçou a própria vida. A mãe queria outra sina, mas ele preferiu a liberdade, sexo, droga e rock n’ roll.

 

A maternidade não conseguiu frear a paixão cruel que se formou na social e o levou a dor de espinhos de rosas que foram roubadas. Ainda que tenha pago todo o dinheiro para cessar a dor que ele causou para a família.

 

A desculpa foi a bi-sexualidade, mas grandes mentiras foram inventadas para que curtisse a vida sem segurança. Foram grandes mancadas que custaram a vida. Se ele foi exagerado, inventou um amor que se transformou em dor. Carreira desfeita em pleno auge. Talvez, seja por isso lembrado como ídolo.

 

A coragem foi grande. Assumir no pós 80 e antes da idade de Cristo não foi um respiro, mas todos notaram o que ele queria evidenciar. Não precisou fazer greve de fome, pois as doenças decorrentes o castigaram a ponto de deixá-lo macérrimo.

 

O sucesso fez com que todos o amassem, mas poucos assumiram o relacionamento a dois. Ele largaria tudo por alguns, porém a recíproca não era verdadeira. Mendigaria, roubaria e mataria por amor e fez coisas mais banais e depoimentos mais cruéis. Era simplesmente passional.

 

Jogou-se a muitos pés por exagero, por rebeldia e por luzes. Inventou amores que não existiram e pouco contou da existência de casos passados. Outros não largaram o glamour por momentos de prazer.

 

Tinha muito dinheiro e largaria tudo por amor. A passionalidade gritava por um companheiro ad eternun, mas pouco conseguiu. Na eternidade, foi só. A menos que a mídia esqueceu-se de algum ou não teve conhecimento de nenhum.

 

O exagero custou-lhe a vida. Será que era ela que ele queria diminuir? Ou será que seria a solidão? Inventar amores não minimizou a dor de viver rodeado por pessoas e estar só. Se exagerou, a adolescência, a juventude, os casados e os solteiros aumentaram as estatísticas do contágio pelo vírus HIV. Quantos inventaram amores e morreram por eles.

O Marquês da Guerra e da Revolução

Marie-Joseph Paul Yves Roch Gilbert du Motier, ou como é mais conhecido Marquês de La Fayette nasceu na cidade Auvergne, França. Descendente de uma família abastada e influente resolveu ir à América, mais especificamente nos Estados Unidos para oferecer os serviços de capitão, visto que ele era um militar francês.

A intervenção francesa e espanhola na Guerra de indepêndencia dos Estados Unidos da América foi decisiva para a vitória america, pois o marquês de La Fayette conseguiu que o rei da França “doasse” armamentos militares, soldados e apoio político.

Após a amizade com George Washington e a Guerra de Independência vencida volta para França para participar da confusa vida política do país, que está do curso da tão famosa Revolução Francesa.

O marquês era um nobre que apoiou a burguesia do terceiro estado a ingressar na vida pública, que evoluiu para a Assembléia Geral Revolucionária. Contribuiu também para a criação da Declaração dos Direitos dos Homens e dos Cidadãos.

Uma escolha errada que abalou a popularidade do marquês foi que, já nomeado comandante da nova guarda nacional, autorizasse o massacre dos cidadão que queriam invadir o palácio e depôr o rei, o que mais tarde, de fato, ocorreu.

Após o período napoleônico ocupa um assento na Câmara dos deputados no reinado de Luís XVIII. Volta aos Estados Unidos, onde é recebido com honras.

No final da fida luta para a deposição de Carlos X e colocação de Luís Filipe de Orléans. Abandona a vida política morrendo quatro anos depois, em París.

Benjamin Franklin: O Homem que Valeu por uma Nação

Benjamin Franklin nasceu em 17 de janeiro de 1706 em Boston, mas ficou conhecido pelo Estado da Filadélfia, foi jornalista, editor, autor, filantropo, abolicionista, funcionário público, cientista, diplomata e inventor. Foi também um símbolo do iluminismo na América, além de ter sido o primeiro ministro dos correios dos Estados Unidos da América.

Franklin teve origem humilde, tanto que teve que pára de estudar aos 10 anos para ajudar no trabalho do pai. Também trabalhou na gráfica do irmão antes de completar 17 anos e se mudar para a Filadélfia.

No Estado da Filadélfia trabalha como impressor e estuda letras e ciências nos horários de folga. No ano de 1729 torna-se proprietário de uma gráfica, o que possibilitou a publicação de um jornal e uma coletânea de piadas e provérbios populares (Poor Richard's Almanac). O empreendimento foi tão bem sucedido que Benjamin consegue montar gráficas em outras localidades.

A fortuna de Franklin ficou tão grande que ele abandona os negócios e passa a dedicar-se aos estudos e realizações de projetos pessoais. Como uma biblioteca pública, um corpo de bombeiros e uma academia que daria origem a Universidade da Pensilvânia.

Benjamin Franklin aprendeu a falar vários idiomas, tocar muitos instrumentos e fez várias descobertas científicas, como o pára-raios e denominou termos que são utilizados até hoje.

Na política participou da Assembléia da Pensilvânia e do congresso de Albany, onde apresentou soluções para a integração das colônias. Foi enviado à Grã-Bretanha para resolver disputas entre a coroa britânica e a assembléia da Pensilvânia e retorna como “embaixador” das 13 colônias.

Na iminência da guerra é enviado para o II Congresso Continental e junto a Thomas Jefferson e Samuel Adams escreveu a declaração de independência em 1776. Tentou convencer os canadenses a participar da guerra, tentativa esta sem sucesso. No mesmo ano da declaração viaja a França para tentar apoio, obteve sucesso, demonstrado no acordo de paz com a Grã-Bretanha.

No retorno a Filadélfia, Franklin é eleito presidente do Estado. Foi um dos agentes na criação da constituição americana e, embora não conseguiu, tentou abolir a escravatura. Morreu na Pensilvânia 5 anos após abandonar a vida pública, em 17 de abril de 1790.

Destruir o Verde Será a Causa de Morte da Humanidade

A maioria das pessoas acredita que a Amazônia é o pulmão do mundo e por disso deve ser preservada. A Amazônia precisa ser preservada, mas não, é nem poderia ser o pulmão do mundo, pois consome todo o oxigênio produzido. Deve ser preservada pela biodiversidade e pelos habitantes indígenas, que são a melhor “arma” para evitar a destruição.

Os principais problemas relativos a Amazônia são o desmatamento proporcionado por madeireiras ilegais, o tráfico de espécies que são destinadas a outros países, que por ser uma atividade ilegal acaba matando as espécies ao tentar driblar a fiscalização e os fazendeiros que destroem s floresta para criar gado.

Existem também grupos conscientes que usam madeira certificada, grupos que lutam para a preservação da biodiversidade e existem fazendeiros que compram terrenos na Amazônia, que não deveriam ser comercializadas porque a Amazônia não foi produzida pelo homem, para criar... Árvores! Um executivo milionário sueco teve a brilhante – livre de qualquer ironia – idéia de comprar uma área avaliada em míseros – com toda a ironia possível – OITO milhões de dólares para impedir o desmatamento. Essa idéia de ter deixado o governo brasileiro muito feliz, pois recebeu um bom dinheiro por ser antiético e não cumprir o trabalho esperado na região, o de preservar a floresta para que nenhum empresário precisasse comprar a área para que esta fosse preservada.

A preservação da Amazônia é necessária e urgente porque essa floresta que ocupa 42% do território da 5ª maior nação mundial porque caso a devastação continue no ritmo em que está, não haverá mais floresta quando as pessoas estejam conscientizadas que a Amazônia é o maior bioma, tem a maior diversidade biológica, contém a maior bacia hidrográfica, é a maior cobertura contínua de floresta, é a maior reserva de carbono, tem o maior rio e o maior volume de água, a maior reserva de minérios e o maior banco genético, banco este que faz os olhinhos das indústrias farmacêuticas mundiais.

Um bem precioso que qualquer pessoa morre caso não usufrua dele por mais de uma semana e meia é a água potável, UM QUINTO dessa água está na Amazônia. A conclusão que se chega é apenas uma: destrua a Amazônia e será destruído.

 

Referência:

http://www.bbc.co.uk/portuguese

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=24790

 

Texto com base na introdução de A menor mulher do mundo, de Clarice Lispector em Laços de Família

[...] negra e quieta. Ela vivia com um amigo em uma casa improvisada perto de um grosso tronco tombado. Uma mulher de quarenta e cinco centímetros era uma raridade. A mulher encontrada por Marcel Petre tinha quarenta e cinco centímetros e estava grávida.

 

            Sem demorar, Marcel tentava reunir o maior número de informação do “ser”, que como não tinha um nome na língua do descobridor foi batizada de Pequena Flor. Ela parecia nada entender. Opostamente está o estado emocional de Marcel Petre, pensando no reconhecimento de todos quando ficar famoso pela novidade.

 

            Ciente da raridade do achado, Petre chamou a imprensa para falar sobre a descoberta. No dia seguinte, uma foto de corpo inteiro de Pequena Flor está em vários jornais, causando estranhas sensações em cada pessoa que via a exótica imagem. Uns sentiam pena, outros calafrios, havia até certo desprezo por parte de alguns leitores.

 

            A matéria jornalística feita sobre Pequena Flor estava muito bem escrita. O problema foi a falta de informação em relação à vida dela, tal qual mais dados do filho que ela carregava no ventre e a história dos outros pigmeus da região. Afinal a raça estava desaparecendo aos poucos, em decorrência de doenças, de alimentos contaminados e pelas “guerras” contra os inimigos canibais. Fatores que tornavam a expectativa de vida desses pigmeus muito pequena. Sendo assim, o filho de Pequena Flor poderia não viver tanto quanto a mãe, que estava aliviada por ainda estar viva.

 

            O pesquisador evitava pensar no futuro dos pigmeus, porque sabia que as chances de continuidade eram mínimas. Sentia uma leve culpa e um mal-estar passageiro. O abatimento do pesquisador era notado por Pequena Flor, que ainda conseguia ficar alegre. Ela gostava do nobre e sensível cientista e ele foi ficando por perto.

 

            O especialista demorou em entender a forma de comunicação dos pigmeus. Era baseada em gestos e pequenas variações sonoras de animais. Tomou conhecimento do modo que os canibais capturavam pigmeus e de outros fatos espantosos que o fizeram ficar perplexo ao notar como Pequena Flor era feliz.

 

            O término oficial da expedição havia acabado, mas a equipe resolveu ficar junto dos pigmeus, mesmo sabendo que possíveis prêmios não seriam entregues devido à distância. A tecnologia era a desenvolvida pelos pigmeus e estava bem longe de se comparar com as novidades tecnológicas da modernidade, visto que o que eles desenvolviam servia apenas para a sobrevivência deles. Com certeza, exploradores e pigmeus enfrentam as adversidades e as dificuldades, porém ninguém sabe se ainda estão lá.

September 07

EPTV

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Calandar Clock (1)

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